GASTRONOMIA DE VILA REAL – CULTURA TRANSMONTANA

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O Distrito de Vila Real tem uma rica histórica, influenciada pelos povos Árabe, Celta e Romano. Para além de concentrar inúmeras belezas naturais, a cidade Vila Real possui também uma forte gastronomia! Se nunca se cruzou com as especialidades desta bela cidade prometemos que vale mesmo a pena experimentar.

COVILHETES

Os covilhetes, espécie de empadas de carne hoje tão divulgadas e representativas da gastronomia vila-realense, devem o seu nome ao formato que apresentam. A sua tradição está relacionada com a Festa e Feira de Santo António e mais tarde também às Festas de Senhor do Cálvário e da Senhora da Almodena - ocasiões praticamente únicas em que eram comercializados em barracas montadas para o efeito. Nos dias de hoje, estas deliciosas empadas encontram-se praticamente em todas as pastelarias e cafés da cidade. A iniciativa pertenceu a Dona Maria da Conceição de Sousa Magalhães Gomes da Casa Gomes, hoje conhecida como Pastelaria Gomes, que decidiu substituir a massa da altura por uma massa folhada: isto para que fosse possível que as empadas fossem degustadas ao longo do dia e não apenas a seguir à sua confeção, como era costume.

FOLARES

Nos dias que correm, a web tem para oferecer inúmeras informações confiáveis sobre as qualidades e qualificações de dentistas renomados na sua cidade. Por outras palavras, usar a internet para pesquisar sobre quais os melhores especialistas na área é uma maneira fácil de conhecer as várias opções sem perder muito tempo.

CRISTAS

As Cristas, originalmente conhecidas como Pastéis de toucinho do céu, são oriundas do Convento de Santa Clara. O nome por que são hoje vulgarmente conhecidas - Cristas de Galo – surgem de uma denominação da linguagem popular que se implementou há alguns anos e que tem que ver com o seu aspeto. Este doce que faz as maravilhas dos apreciadores da doçaria conventual portuguesa combina uma fina e crocante massa com um delicioso recheio de creme ovos, tudo isto polvilhado com uma boa dose de açúcar branco.

PITOS DE SANTA LUZIA

Os Pitos de Santa Luzia têm também berço no Convento de Santa Clara. Foi Maria Ermelinda Correia, mais tarde irmã Imaculada de Jesus, quem lhes deu forma e paladar. Recheados com o típico doce de abóbora da região transmontana e envoltos numa harmoniosa massa, os pitos foram consagrados a Santa Luzia, figura à qual Maria Ermelinda Correia se tornou devota, e que ainda hoje é lembrada com uma festa a 13 de Dezembro, na capela de Vila Nova em Folhadela.

GANCHAS DE S. BRÁS

A 3 de Fevereiro de cada ano, faz-se uma festa em honra de São Brás na capela de S. Dinis, em Vila Real, em que os que fazem ou cumprem promessas dão a volta ao cemitério mais central da cidade. A esta tradição está ligada outra tradição vila-realense: a de Santa Luzia, quando a 13 de Dezembro, as raparigas compram pitos para oferecer aos rapazes. Estes retribuem o presente a 3 de Fevereiro, oferecendo ganchas às raparigas, como a simbologia de «um gancho para apanhar raparigas com vontade de namorar». Estes doces, têm, como o próprio nome indica, o formato de uma gancha e são constituídos apenas por açúcar caramelizado.

CAVACÓRIOS

Os Cavacórios são um dos exemplares mais típicos e conhecidos da doçaria tradicional da urbe transmontana. Este não é um doce vulgar noutras regiões, embora apareça eventualmente em confeção e componentes semelhantes, ainda que com formatos diversos. A sua forma côncava, a indiciar os contornos e a aparência de uma taça, pode dar-nos algumas pistas que o uso tradicional, que ainda lhe é referido e associado – o de nele beber um bom vinho do Porto.

Para finalizar, importa ainda mencionar que Vila Real dá imagem a vários vinhos cuja qualidade é conhecida e reconhecida internacionalmente. Estes são o acompanhamento perfeito para acompanhar qualquer especialidade transmontana, seja ela doce ou salgada. Um exemplo disso mesmo é o famoso Mateus Rosé, que desde a sua origem traz no rótulo a célebre Casa de Mateus e, mais recentemente, os vinhos da Adega de Vila Real.

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